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Projeto Máscara solidária

MÁQUINA

A confecção de uma máscara descartável de TNT (tecido não tecido), feita manualmente, produz em média 10 máscaras por hora. Com a bancada automatizada para a realização das dobras do tecido foram possível aumentar de produtividade em 12 vezes em relação ao processo manual, além de conseguir atender melhor padronização das peças produzidas. A primeira etapa da fabricação é o corte, feito ainda na bobina original do TNT que tem largura de 140cm; uma vez cortado na largura definida para confecção da máscara (18cm aproximadamente), duas camadas de TNT serão unidas em uma das laterais com auxílio de uma máquina de costura; após essa união, as camadas passam por um sistema que proporciona as dobras formando vincos nas máscaras, após a formação dos vincos (dobras) é executada a solda para que esses não se desfaçam ao longo do restante da operação. Um sistema de rolos acionados por um motor elétrico faz alimentação do sistema de dobra e solda de maneira que se mantenha o padrão do tamanho das máscaras. Uma vez dobradas e soldadas, a segunda costura lateral e a colocação do arame é realizado, em seguida, costuras transversais e um segundo corte para individualizar as máscaras são realizados. O último processo consiste na colocação do sistema de fixação do elástico ou do amarril de TNT.

LINHA DE PRODUÇÃO

A máquina de dobras padronizou as pregas das máscaras e seu tamanho; além de possibilitar o aumento da produtividade em série. A finalização da confecção utiliza o processo costurado para fixar o clip nasal e colocar o elástico ou o viés de amarração.
A linha de produção é composta por 4 costureiras e uma auxiliar e a série inicia com uma máquina interlock que faz a união das duas camadas do TNT. Em seguida a faixa do material passa pela máquina de dobras que prensa as pregas e demarca o tamanho da máscara. O clipe nasal é fixado utilizando um aparelho de viés e cortado na demarcação definida na máquina de dobras. A fixação da amarração é feita em seguida em duas máquinas reta que utilizam aparelhos de viés com duas dobras.
As máscaras passam em seguida por uma inspeção que detecta imperfeições que podem comprometer a segurança do EPI e segue então para a embalagem.